Figura icônica no mundo do poker e agora um jogador apaixonado e indispensável, Moundir Zoughari se consolidou como uma voz singular no circuito. No WSOP-C em Aix-en-Provence, organizado por Texapoker, Ele retorna à Entrevue para discutir seu encontro crucial com Apostolos Chantzis, também conhecido como APO, e o que, em sua opinião, constitui a alma do pôquer popular.
Entrevista: O que a WSOP-C em Aix-en-Provence representa para você?
Moundir Zoughari: Quando as pessoas falam comigo sobre a WSOP-C em Aix-en-Provence, não consigo conter o sorriso. É um evento que me toca profundamente porque incorpora exatamente o que eu amo no pôquer: acessibilidade, paixão e a magia de conhecer pessoas.
De fato, você frequentemente menciona um encontro significativo relacionado a esse evento…
Sim, porque esses eventos da WSOP-C são organizados porTexapokerA estrutura da APO. E para mim, tudo começou ali. A primeira vez que encontrei a APO foi no Winamax Poker Tour, no Cercle Clichy Montmartre. Eu estava jogando, vivendo minha paixão… e então aconteceu esse encontro. Um daqueles que você nunca esquece. Aquele tipo de momento em que você sente imediatamente que está diante de alguém genuíno, alguém que realmente ama este jogo e as pessoas que o jogam. Foi o início de uma maravilhosa aventura humana e no poker que continua até hoje.

Na sua opinião, o que torna a APO única no mundo do poker?
APO é um homem que dedicou sua vida a democratizar o poker na França. Partindo praticamente do zero, ele criou torneios acessíveis a todos, com alma, identidade e um nível de qualidade que muitos organizadores bem maiores não possuem. Hoje, ele é inegavelmente a figura emblemática do poker popular na França. O organizador número um de torneios de baixo custo. Sem frescuras, sem complicações, apenas poker, bem feito, para todos. E, acima de tudo, não se limita mais à França. Ele expandiu sua visão por toda a Europa: Itália, Bélgica, Malta, mas também Barcelona, Peralada e com um WSOP-C em Madri. Ele exportou esse poker acessível muito além das nossas fronteiras. E estou convencido de que um dia será mundial. Porque o que ele faz transcende fronteiras.
Houve também um momento crucial com a WSOP…
Sim, e teve um impacto real em toda a comunidade do poker. O encontro entre a APO e Grégory Chochon gerou grande repercussão. A partir daí, nasceu algo histórico: uma parceria única que leva a marca WSOP-C a diversos eventos na França, Bélgica, San Remo, Malta… e ainda não acabou. É a prova de que, quando a paixão encontra a ambição, não existem mais limites.
Esta edição parece particularmente excepcional…
Com certeza. Estamos falando de doze anéis da WSOP-C para serem conquistados… doze. Isso é enorme. E cada vencedor leva para casa um pacote de US$ 5.000 para a WSOP nas Bahamas. Doze pacotes, doze sonhos que podem se tornar realidade. Para um jogador amador apaixonado, é uma oportunidade incrível.
Você também está dando ênfase à experiência geral?
Sim, porque é essencial. Tudo acontece no Cassino Pasino Partouche, que, para mim, é o número um na França. O Grupo Partouche faz um trabalho excepcional. As instalações são incríveis. O restaurante, o buffet… a qualidade é incomparável em qualquer outro lugar do setor. Mas, acima de tudo, é o serviço. Você é cuidado, mimado e tratado com carinho do começo ao fim. Há um calor humano genuíno, um espírito festivo, uma atmosfera que lembra Las Vegas em seu auge. Você não vem apenas para jogar pôquer; você tem uma experiência completa. E isso faz você querer voltar sempre.
Em que ponto da sua jornada você se encontra hoje?
12 anos com a Winamax, um verdadeiro sonho. 12 anos de rádio com o RMC Poker Show, onde me divirto muito com o Daniel Riolo e o nosso produtor, Jérémy Sirvin… E quanto aos projetos futuros, estou animado e espero anunciar ótimas novidades em breve.
Alguma mensagem final para os jogadores?
Nos vemos em Aix. Venha brincar, venha sonhar… os anéis estão esperando por você.
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