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Desaparecimento do jovem jogador de rugby Medhi Narjissi: Federação Francesa de Rugby (FFR) investiga o caso.

A Federação Francesa de Rugby foi formalmente acusada de homicídio culposo na investigação do desaparecimento de Medhi Narjissi, um jogador de 17 anos da seleção francesa sub-18. Esta decisão representa um passo significativo num caso que tem abalado o rugby francês desde o verão de 2024.

O jovem talento desapareceu no mar durante um período de treinos com a seleção nacional sub-18 na África do Sul. A tragédia ocorreu durante um exercício de recuperação na água, em uma praia conhecida por suas condições perigosas. Arrastado pelas ondas, Medhi Narjissi nunca foi encontrado.

Uma acusação significativa

A Federação Francesa de Rugby (FFR) está sendo alvo de um processo judicial. Os tribunais agora buscam determinar se erros organizacionais, preparatórios ou de supervisão contribuíram para a morte do jovem jogador.

A investigação centra-se particularmente nas condições em que a sessão no mar foi organizada. Vários pontos estão a ser analisados: a escolha do local, a avaliação de riscos, a presença de supervisores, as instruções de segurança e a responsabilidade dos encarregados de supervisionar os jovens jogadores.

O fato de os atletas serem menores de idade reforça ainda mais a importância dessas questões. Quando uma federação supervisiona jovens atletas no exterior, sua obrigação de zelar pelo cuidado e pela segurança é fundamental.

Uma família à espera de respostas

Desde o desaparecimento de Medhi Narjissi, sua família exige a verdade. Para seus entes queridos, a questão é se essa tragédia poderia ter sido evitada.

Antes da Federação, vários membros da comissão técnica da seleção francesa sub-18 já haviam sido implicados no caso. A investigação busca apurar com precisão quem tomou as decisões, quem aprovou a atividade e quem era o responsável pela segurança dos jogadores no momento da tragédia. Essa cadeia de responsabilidade é agora fundamental para o inquérito.

A FFR nega qualquer irregularidade criminal.

Por sua vez, a Federação Francesa de Rugby contesta sua responsabilidade. Sua defesa argumenta que ser formalmente acusado não significa condenação e afirma que a decisão de realizar o treino na água não foi necessariamente uma escolha aprovada pela própria federação. Continua…

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