O caso da morte de Quentin Deranque continua a ter repercussões políticas. Raphaël Arnault, deputado do partido La France Insoumise por Vaucluse, anunciou que tinha "iniciou procedimentos junto aos serviços da Assembleia para pôr fim a isto" ao contrato de seu assistente parlamentar, Jacques-Élie Favrot, que foi preso na noite de terça-feira como parte da investigação judicial aberta em Lyon.
Jacques-Élie Favrot está entre os Nove pessoas foram presas. A investigação teve início no começo da noite de terça-feira pela polícia judiciária de Lyon. Ela diz respeito ao ataque fatal contra Quentin Deranque, ocorrido na última quinta-feira à margem de uma conferência organizada no Sciences Po Lyon, na presença da eurodeputada Rima Hassan, do partido La France Insoumise.
Um procedimento administrativo iniciado na Assembleia Nacional.
Em declaração pública, Raphaël Arnault esclareceu que iniciou os procedimentos administrativos necessários junto aos departamentos competentes da Assembleia Nacional para rescindir o contrato de seu assistente parlamentar. Este anúncio ocorre após a suspensão do acesso de Jacques-Élie Favrot ao Palácio Bourbon, medida cautelar decidida no início desta semana.
Como lembrete, Jacques-Élie Favrot é citado por testemunhas na investigação sobre a agressão a Quentin Deranque. O ativista nacionalista, gravemente ferido durante o ataque, morreu dois dias após ser hospitalizado.
O procurador público de Lyon, Thierry Dran, indicou em coletiva de imprensa que os golpes fatais teriam sido desferidos por pelo menos seis indivíduos. "Mascarado e encapuzado"Ele também enfatizou que as prisões foram baseadas exclusivamente em provas objetivas coletadas pelos investigadores, e não em boatos que circulavam na esfera pública.
Nesta fase do processo, as 9 pessoas detidas estão sendo interrogadas pelos serviços de investigação em relação a este ataque coletivo.