A candidatura da ex-presidente chilena Michelle Bachelet para chefiar as Nações Unidas foi enfraquecida após críticas do enviado dos EUA, Mike Waltz.
Durante uma audiência perante uma comissão do Senado dos EUA, Mike Waltz indicou que compartilhava das preocupações de alguns políticos eleitos em relação à capacidade de Michelle Bachelet de liderar a ONU. Essas declarações ocorrem em um momento em que o mandato do atual Secretário-Geral, António Guterres, termina em 31 de dezembro.
O senador republicano Pete Ricketts criticou duramente a ex-Alta Comissária para os Direitos Humanos por um relatório de 2022, acusando-a de minimizar a situação dos uigures na China ao não classificar os atos como genocídio. Ele também criticou algumas de suas posições sobre direitos reprodutivos.
Mike Waltz afirmou que o Secretário de Estado Marco Rubio também compartilhava dessas preocupações, reforçando a impressão de oposição americana à candidatura de Michelle Bachelet.
Essas posições podem influenciar o processo de nomeação do próximo líder da ONU, num contexto em que as grandes potências desempenham um papel decisivo no equilíbrio diplomático.
Além disso, Mike Waltz afirmou que a ONU precisava "desesperadamente" de reformas, sugerindo que a escolha do próximo Secretário-Geral deveria atender a essas expectativas. Essa sequência ilustra as tensões políticas em torno da sucessão na liderança da organização internacional.
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