O deputado democrata Eric Swalwell enfrenta crescente pressão para renunciar ao Congresso após alegações de agressão sexual consideradas "sérias" e "críveis" por alguns de seus ex-funcionários e por vários membros de seu próprio partido. Esses apelos surgem em um momento em que ele também é considerado o favorito na corrida para governador da Califórnia.
Mais de 50 ex-membros de sua equipe assinaram uma carta aberta exigindo sua renúncia imediata do Congresso e sua retirada da campanha eleitoral. Eles acreditam que manter Swalwell no cargo é "um insulto" àqueles que trabalharam ao seu lado até que as alegações sejam totalmente investigadas.
Diversos democratas proeminentes, incluindo Pramila Jayapal, Ro Khanna e Eugene Vindman, também pediram publicamente sua renúncia em aparições televisionadas. Essa posição coletiva marca uma divisão dentro do Partido Democrata sobre a condução desse caso.
As acusações foram reveladas por diversos veículos de comunicação americanos, incluindo o San Francisco Chronicle e a CNN, citando uma ex-funcionária do escritório de campanha de Swalwell. Ela afirma ter sido vítima de dois encontros sexuais não consensuais.
A pessoa em questão nega as acusações, enquanto investigações foram abertas, principalmente por autoridades federais e pelo Ministério Público de Manhattan. O caso pode ter grandes repercussões políticas, visto que processos de expulsão já foram discutidos em casos semelhantes envolvendo autoridades eleitas acusadas de má conduta.
Num contexto de tolerância zero declarada em relação a questões de violência sexual, a pressão política e mediática continua a aumentar em torno de Eric Swalwell, cujo futuro no Congresso agora parece incerto.
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